Reasisti ‘onde os fracos não tem vez’ denovo ontem, e decidi que apartir de hoje iria me inspirar diretamente no Anton Chigurh. Meu primeiro passo foi ir no bar do Tonhão aqui perto de casa pra refazer aquela clássica cena do filme. Só sei que quando cheguei na parte de perguntar “onde você mora?” “tu casou com sua esposa por interesse?” “Que horas vai pra cama?” ele já tava ficando muito puto e confuso e eu percebi isso, então decidi tirar a moeda do bolso e já partir pra parte do “cara ou coroa?” E foi ai que levei um tapão e fui expulso do estabelecimento. Tô até agora com a cara inchada e indignado pq não deu certo.

Largado por Máximo Ternura | largados comentaram ( 4 ) | Visualizações: 236
março 22nd, 2024 at 11:04
Não deu certo, porque não foi combinado.
Tem que avisar antes. kkkk
por isso o filme está classificado como ficção, ou seja, não ecxiste fazer igual.
março 22nd, 2024 at 20:56
Tomar um tapa do Tonhão é o sonho de qualquer um.
março 22nd, 2024 at 21:08
Como o filme é ficção e “non ecxiste” uma cena como está e sem combinar antes só daria certo no Acre porque o Acre também “non ecxiste”. Aí daria certo porque seria ficção dentro de ficção.
março 22nd, 2024 at 21:22
E por falar em Acre eu descobri porque o nome do Acre é esse.
No início dos anos 1980 eu fui ao Acre com um grupo para pescar. Até Cuiabá foi tranquilo mas de Cuiabá para Rio Branco o voo atrasou várias horas e chegamos quase 10:00 da noite. O campo de pouso, digo aeroporto já estava quase fechando e fomos pegar a bagagem e aí a coisa começou. Todas as varas de pesca tinham se extraviado e aí eu pensei: Não Acre…dito. Depois de muita conversa como o encarregado da companhia (porque o gerente já tinha ido embora horas antes) o cara prometeu que no dia seguinte de manha a bagagem que faltava seria enviada para o hotel (a companhia descobriu que metade da bagagem do passageiros tinha ficado em Cuiabá. Aí fomos pegar um táxi e não havia mais táxi porque o aeroporto agora já estava fechado. Foi outra novela e outro “Não Acre….dito”. Chegamos no hotel e resolvemos ir jantar logo porque na cidade tudo fechava cedo e de novo “Não Acre…dito” mas não tinha restaurante aberto na cidade. Tivemos que comer uns salgadinhos que o hotel dava para os clientes de brinde.
E foi assim, dezenas, talvez centenas de “Não Acre…dito” e duas semanas depois voltamos para casa. E tenho certeza de que quando foram dar um nome para a região a primeira coisa que pensaram foi não acredito e para resumir ficaram só com o Acre.
Pelo menos a pescaria foi boa. Pegamos peixes grandes e em quantidade mas de poucas espécies diferentes.
PS: Tivemos que ficar em Rio Branco quatros dias até que as varas de pesca chegassem. Tinha um advogado no nosso grupo e ele ameaçou processar a companhia por conta disso e só então que as varas chegaram.